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Caciopar

terça, 08 de março de 2016

Araupel - Caciopar cobra reintegrações já

É lamentável assistir a autofagia de um povo. Ouvir os tons de ameaça e de intimidação de líderes que deveriam ter por dever cívico e moral ajudar a construir um país de um povo só, unido pelo trabalho, pelo respeito às leis e que possa compartilhar das riquezas que ainda são abundantes em toda a nação.
Em vez disso e em nome de rancores e de ideologias ultrapassadas, o que se vê é a divisão, o saque à coisa pública e a disseminação de uma ideia do quanto pior melhor. Não é verdade e não se pose aceitar esse tipo de coisa. Um País justo, fraterno e de oportunidade se constrói com respeito, com o devido valor à família e ao trabalho e com o incentivo a cada pessoa para que descubra e ofereça o melhor do seu talento à comunidade.
O que algumas pessoas ligadas ao MST e outras que apoiam o movimento fazem é justamente o contrário. Promovem a destruição, disseminam a violência, debocham das leis e criam um clima de pavor nas comunidades por ele afetadas. Como o diálogo e bom-senso não estão entre as característica dessa gente, então o que resta é apelar ao Estado, a quem cabe zelar e cumprir os fundamentos legais que dão suporte à democracia brasileira.
Os recentes ataques do MST à Araupel e ao seu viveiro, colocando em risco a história da empresa e centenas de empregos, não podem ficar impunes. As entidades não aguentam mais assistir a tudo isso caladas, principalmente diante de manifestações da Justiça que já determinou as reintegrações das áreas invadidas. O que esperamos é que, diante desses novos fatos, o Governo do Paraná, de uma vez por todas, cumpra com o papel que lhe cabe. Caso contrário, novamente abre-se um precedente perigoso e que pode, em algum momento, colocar a perder a democracia e o Estado de Direito que tanto os brasileiros esperaram conquistar.

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