Caciopar moderniza o seu Programa de Certificação e foca em inovação e ESG
quinta, 28 de agosto de 2025
CACIOPAR
Durante reunião do Conselho Deliberativo da Caciopar, em Lindoeste, a consultora Iraci Mataczinski apresentou novidades do Programa de Certificação em Gestão que teve origem na Faciap e atualmente mantido somente pela Caciopar, que a partir de agora passa a ser bianual. A iniciativa tem como propósito fortalecer as associações comerciais por meio da melhoria de processos internos, da adoção de boas práticas de gestão e da implantação de ferramentas que assegurem sustentabilidade e maior geração de valor para associados e comunidades.
O Programa de Certificação estimula as associações a ampliar a sua representatividade e competitividade, além de criar condições para o surgimento de novas oportunidades de negócios e para o fortalecimento do relacionamento entre empresas. A avaliação reconhece as entidades em quatro níveis: até 134 pontos não há certificação; de 135 a 185 pontos a entidade é classificada como Bronze; de 186 a 274 pontos recebe a Prata; e de 275 a 340 pontos conquista a certificação Ouro.
Oeste no PCGF
Com a nova formatação, o trabalho foi estruturado em três grupos entre as entidades ligadas à Caciopar. O 1 reúne sete novas Aces que participarão do ciclo, passando por adesão, diagnóstico organizacional, elaboração de planejamento estratégico, consultorias online e auditoria prevista para 2026. Fazem parte desse grupo as associações de Boa Vista da Aparecida, Braganey, Ibema, Campo Bonito, Quatro Pontes, Santa Lúcia, São Pedro do Iguaçu e Três Barras do Paraná.
O grupo 2 envolve 34 Aces que já participam do programa desde 2017, além da própria Caciopar, e terá como novidade a adequação do diagnóstico com a inclusão dos temas de inovação e ESG. O 3, por sua vez, contempla associações que ainda não aderiram ao PCGF, entre elas Cascavel, Foz do Iguaçu, Marechal Cândido Rondon e Toledo, que terão a possibilidade de ingresso por meio de adesão e consultorias específicas.
Os pilares que sustentam a certificação incluem pessoas, finanças, clientes, processos internos, rede de benefícios, cultura associativa, desenvolvimento local, inovação e ESG. Dentro deles, ganha destaque a capacitação e a promoção da cultura de inovação, o estímulo a projetos que dialoguem com negócios tradicionais e a ampliação da representatividade em eventos do setor. Também passa a ser critério central a incorporação das práticas de governança, responsabilidade social e sustentabilidade ambiental, alinhadas ao conceito ESG.
Para a consultora Iraci Mataczinski, as mudanças representam um avanço no fortalecimento do movimento associativista no Paraná. Segundo ela, a certificação deve preparar as associações para atuar com maior eficiência e visão de futuro. A periodicidade bianual e a inserção de critérios relacionados à inovação e ao ESG fazem com que as Aces ampliem sua relevância e se consolidem como agentes fundamentais para o desenvolvimento econômico e social das suas cidades.
Crédito: Assessoria
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