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Caciopar

quinta, 17 de setembro de 2015

Para Caciopar, retorno da CPMF é uma vergonha

As desesperadas tentativas do governo federal de reedição da CPMF são consideradas vergonhosas pelo presidente da Caciopar, a Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná, Sergio Antônio Marcucci. “Essa é mais uma clara demonstração que esse governo e parte dos políticos que aí estão em nenhum momento se preocupam verdadeiramente com o futuro do País, com o tão necessário sucesso da atividade econômica e a qualidade de vida dos correntistas, que já pagam uma das mais injustas cargas tributárias do mundo”.
A possível volta da CPMF, na opinião de Marcucci, vai criar um peso adicional considerável sobre os setores que são responsáveis pelo Brasil, embora que lentamente nos últimos anos, avançar. “São esses que produzem, que trabalham e que mantém a pesada máquina pública em funcionamento. Não é justo e muito menos correto que a União, que deveria primeiro fazer a lição, coloque mais esse ônus nos nossos ombros”, conforme o presidente da Caciopar.
A decisão, de acordo com ele, mostra que o governo federal está muito mais interessado em manter as suas parcas alianças do que realmente aproveitar o momento e promover, pelo menos em parte, as mudanças administrativas e estruturais na esfera pública que o País tanto precisa. “Em vez de adotar uma postura estadista e de começar a consertar as coisas, o que se vê é um quadro ainda mais difícil e lamentável. As confederações, as associações, enfim, todos que produzem e trabalham precisam se manifestar e não aceitar um desparate desses. Todos, indistintamente, temos responsabilidades com o presente e o futuro do País e essa medida não é correta e deve duramente ser combatida”.

Transferência
Como historicamente ocorre no País, mais uma vez os homens do poder, que são os responsáveis por criar rombos gigantescos nas contas públicas, adotam o caminho mais fácil e moralmente duvidoso, de transferir seus excessos para quem produz e paga a conta. “Isso precisa acabar. Não é assim que vamos tirar o Brasil desse enorme cenário de dificuldades. O governo federal precisa dar o exemplo e cortar na própria carne. Um bom exemplo de disposição para acertar as coisas seria reduzir ministérios, que hoje são 39 e que custam mais de R$ 60 bilhões por ano”.
A correção de rumos está em tornar a máquina pública mais leve, mais eficiente e mais honesta, possibilitando a tão desejada liberdade econômica. É vergonhoso tentar ajustar contas com cortes em tão necessários investimentos estruturais e, pior ainda, reduzir repasses para a área da saúde pública. A CPMF é um imposto perverso, em cascata, e que traz sérios prejuízos à atividade econômica. “Até quanto a sociedade vai, pacificamente, aceitar abusos tão sérios e irresponsáveis como esse”, questiona o presidente da Caciopar, Sergio Antonio Marcucci.


Fonte: Crédito: Assessoria

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