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Caciopar apoia prisão em 2ª instância e pacote anticrime

quarta, 27 de novembro de 2019

Caciopar

Uma arte foi produzida e passa a ser divulgada para mostrar o apoio da Caciopar aos dois temas

O combate à corrupção é uma das bandeiras mais defendidas pela Caciopar nos últimos anos. Agora, a Coordenadoria que representa 46 associações comerciais da região oficializou e reforça seu apoio a duas questões diretamente ligadas ao tema: a prisão em segunda instância e o Pacote Anticrime do ministro da Justiça Sérgio Moro. Uma arte publicitária foi elaborada e passa a ser divulgada evidenciando o apoio da entidade aos dois assuntos.
O presidente da Caciopar, Alci Rotta Júnior, entende que somente com a redução e gradual eliminação de práticas corruptas e corrosivas às leis e ao dinheiro público podem mudar cenários de grande preocupação no Brasil. "A corrupção é responsável por tirar de áreas fundamentais somas expressivas de dinheiro, que ficam assim expostas à má qualidade de serviços e resultados".
Por outro lado, de acordo com Alci, a corrupção inunda alguns setores públicos de dinheiro fácil e das "benesses" que ele traz, estimulando a ambição e o vale-tudo pelo poder. "Precisam existir limites e os parâmetros democráticos devem ser observados. Combatendo a corrupção, muita coisa se ajusta e então, aos poucos, consegue-se pacificar e unir os brasileiros. Por esses e outros motivos, a Caciopar e as associações que ela representa são favoráveis à prisão em segunda instância e ao Pacote Antricrime", afirma o presidente.
Com a imposição rigorosa de limites, as pessoas com tendência de infringir a lei pensarão, diante da prática das consequências, mais vezes antes de se render à sedução do ilegal. "O crime não pode compensar. Nenhuma nação do mundo se desenvolve tendo de conviver com abusos e excessos dessa natureza, e com posições às vezes que evidenciam a omissão de poderes importantes", afirma o presidente da Caciopar. 
Outro ponto importante no debate é fazer com que as leis e a Constituição sejam soberanas, mostrando a todos que ninguém pode, em hipótese alguma, estar acima delas. Os poderes precisam se respeitar e agir movidos pelo que é certo, sem sombreamentos e muito menos movidos por interesses que não sejam aqueles defendidos pela maioria dos brasileiros.


 

Fonte: Caciopar

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