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Setor de energia solar cresce 300% ao ano e abre novas oportunidades

quinta, 23 de maio de 2019

Caciopar

Com os investimentos pesados feitos por fabricantes da China que derrubaram custos de componentes essenciais ao processo gerador, investir em plantas de energia fotovoltaica ficou mais barato e viável em diversos países, inclusive no Brasil. “O crescimento anual de utilização dessa tecnologia chega aos 300% ao ano no País”, disse em recente encontro com empresários da Caciopar, em Nova Santa Rosa, o empresário e sócio da E-Gera Henrique Augusto Schimidt.
A matriz que transforma a energia captada do sol em eletricidade chegou ao Brasil em 2012, mas o processo de expansão das plantas ganhou corpo três anos mais tarde. Investir nessa alternativa é uma das que mais ganham adeptos no País, principalmente devido aos elevados custos da energia convencional e pelas consequências dos baixos investimentos públicos em usinas geradoras, a exemplo das hidrelétricas. Especialistas dizem que caso o Brasil cresça a taxas anuais acima dos 3% então ocorreria, gradualmente, um colapso no abastecimento.
A expansão de fontes alternativas e renováveis, como a solar, contribui para o sistema, já que o excedente da produção na empresa, propriedade rural ou residência é jogado na rede e então disponibilizado a outros consumidores. Henrique informou sobre a trajetória da E-Gera, empresa criada há um ano e meio, e dos diferenciais que ela oferece, a exemplo de garantia assistida por um ano. 
O empresário explicou que o único lugar do mundo que “dopa” células fotovoltaicas é a China e que a garantia das placas é de tempo de produção de 25 anos. Na verdade, ela deve chegar ao fim desse prazo com capacidade produtiva de 80%. Assim, perdendo 0,8% ao ano, a placa duraria 125 anos. Henrique também informou sobre o funcionamento da tecnologia, cujos painéis captam a energia do sol que, a partir de uma reação química envolvendo silício, chega a um conversor e então é transformada em eletricidade. 
 
Crédito
A cada dia mais pessoas se interessem e decidem investir nas vantagens da energia fotovoltaica. No Sul, a maioria das plantas está em propriedades rurais e indústrias. Bancos e cooperativas de crédito têm linhas de financiamento, com juros a partir de 4% ao ano e valores por projeto que chegam a R$ 1,2 milhão. Segundo Henrique, a expectativa é que o ápice dessa matriz energética vai ser alcançado em dois anos no Brasil. O empresário também respondeu a questionamentos e falou sobre questões ligadas à tributação, ao ICMS zerado e à brecha encontrada no Paraná para tarifar esse modelo produtivo.
 
 
Crédito: Assessoria
 

Fonte: Caciopar

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