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Sicoob

sexta, 05 de fevereiro de 2016

Roberto Rodrigues foi convidado do Sicoob no Show Rural

Na quinta-feira (4), o Show Rural Coopavel recebeu a visita do Ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, que a convite do Sicoob, esteve para ministrar a palestra: Tendências do agronegócio para o próximo triênio, para um público de mais de 300 pessoas, no auditório principal do evento.
De acordo com o palestrante, o Brasil é o país que mais ampliará a produção até 2020, com previsão de aumento de 40% no período. “O Brasil tem tudo que é necessário para essa produção: tecnologia, disponibilidade de terra e gente capaz”, frisou.
Mesmo assim, o país precisa melhorar infraestrutura, logística, oferta de créditos, política comercial, tecnologia, questões institucionais, organização e comunicação para contribuir com o segmento do agronegócio. “Por exemplo, não há como acelerar o crescimento do país, sem retomar a infraestrutura, que é o setor com maior potencial de crescimento futuro do país. Porém, infelizmente, os investimentos em infraestrutura foram declinando ao longo dos anos.”, explicou.
Na infraestrutura, há a necessidade de incrementar a qualidade do transporte rodoviário, resgate de credibilidade das ferrovias, expansão das atividades hidroviárias e das dutoviárias, aumento da capacidade e da eficiência dos terminais portuários, consolidação do modelo intermodal de transporte em áreas mais remotas e expansão do sistema de armazenamento.
Segundo Rodrigues, para o produtor rural, em 2016, o sucesso será acertar a tendência do dólar e a melhor forma de se proteger é eliminar o risco da volatilidade. “O produtor rural terá um custo de produção mais alto para a próxima safra, crédito restritivo e caro, preço de commodidities pressionados no mercado externo e margens apertadas. Nesse cenário, vence aquele que gerir bem os custos e avançar tecnologicamente.”, completou.
A solução para o agronegócio é ter um modelo de crescimento com base no investimento e na inovação tecnológica, com foco em aumentar a competitividade do setor produtivo brasileiro. “Até o fim desse ano teremos um período de transição, principalmente em relação ao custo. Para o próximo ano prevemos uma possibilidade de estabilização e retomada, ainda fraca, do crescimento.”, pontuou Rodrigues.
Fonte: Crédito: Divulgação

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